
de total relax. Na 6ª feira saímos de casa rumo aquela aldeia que não nos viu nascer e que só nos foi apresentada à 4 anos atrás. Connosco levámos a nossa sobrinha L. de 6 anos e o nosso sobrinho D. de 2 anos. A A. vibrou por ir no carro com os primos. Arrancámos eram 22h30 e era 00h30 quando os putos finalmente adormeceram ainda na viagem. Foram o tempo todo a cantar e a falar ao mesmo tempo. Chegámos ao destino era 01h30 da noite e depois de camas feitas, mensagens enviadas a dizer que tinhamos chegado bem e leitinho dado aos miúdos, caímos na cama exaustos.
O sábado que eu esperava vir a ser o dobro do cansativo pois 3 crianças juntas não é molho (ainda por cima a A. anda numa fase de se impor), surpreendeu-me pela positiva pois correu MUITO BEM. A manhã foi passada na piscina (sim porque a aldeia esquecida pelo tempo tem uma piscina feita à 3 anos) entre mergulhos, protector solar e muitas gargalhadas. De tarde dormiu-se a sesta (e ó que sesta, adultos e crianças ferraram por 3 horas) e fomos até à Pampilhosa da Serra às compras para o jantar. Jantámos e aquele ar da serra e a paisagem convidou a um passeio a pé. Regressados a casa o P. foi ver o nosso Sporting jogar e eu fui "malucar" com os putos para a sala enquanto a minha mana S e o N não chegavam para se juntarem a nós no resto do fim de semana.
Ao som da RFM, pulámos, gritámos e esgotámos o que ainda restava das nossas baterias. Os putos até aprenderam a dançar a mangueira (private dance). Quando nos fartámos dos pulos, assentámos arraial na cozinha e cantámos todo o nosso reportório de canções infantis.
O domingo chegou e o tempo começava a esgotar-se. Em breve teriamos que voltar a deixar o paraíso para regressar ao inferno de trânsito e de stress do dia a dia. A piscina chamáva-nos e só saímos de lá para ir fazer o lume para o churrasco já eram 14h. Às 17h estávamos a terminar de almoçar e depois de tudo arrumado estava na hora de colocar-se as malas de novo no carro e pegar o caminho para casa.
A vontade dentro do peito era de ficar naquela aldeia perdida no tempo, que não me viu nascer, que não me viu crescer mas que eu adoptei como minha.