quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Grrrrrrrrrrrrrrrrr
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Para ajudar à festa...
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E como prova de que a gula é pecado…
Bolas!!!
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Etiquetas: Euzinha
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Fico...
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segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Hoje...
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E há 3 anos...
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35 meses dela
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sábado, fevereiro 24, 2007
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Etiquetas: reacções dela em relação a um irmão/ã
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
A pouco mais de 1 mês
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Etiquetas: Crescimento
Observação 1º Período
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Pois
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Incrível
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Parabéns Ana Margaret
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Etiquetas: Irmãos
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Babeli
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Baba, baba e mais baba
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E se de repente
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Birra e neura ao acordar
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Etiquetas: Birras
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Yes!!!
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Depois de...
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segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Soma e segue
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...
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Etiquetas: Frases dela
Recordando...O parto
Finalmente deitada, ligada um monitor que controlava os nossos batimentos cardíacos e a minha tensão. Colocaram um lençol à minha frente que me impossibilitava de ver o que se estava a passar e deram início à cesariana. O anestesista injectava-me de vez em quando um líquido transparente no catéter que explicou-me ser soro e que servia para equilibrar a minha tensão devido à quebra que a epidural provoca. Enquanto isso “senti” (se é que posso usar esse termo) que alguém me mexia na barriga (comparo a sensação que tive como se me tivessem a escrever em cima das costas por cima da roupa), e que me remexiam e puxavam. A meu lado o anestesista puxava conversa banal e falávamos de Tortas de Azeitão como se nada fosse connosco. Brincou comigo dizendo-me que eu ia ter um menino. Numa altura em que virei a cara para o lado esquerdo apercebi-me que se eu quisesse poderia assistir a tudo o que se estava a passar para lá do lençol através do reflexo que era projectado no vidro de um armário. Imediatamente desviei os olhos, preferi não ver (hoje gostava de ter visto) com receio de entrar em pânico ou até desmaiar e eu queria estar consciente para ver a minha princesa.
De repente o anestesista disse:
“Agora vai respirar fundo 3 vezes pois será a última vez que irá respirar para a sua filha.”
Ainda mal eu tinha acabado de inspirar pela 3ª vez, senti um puxão mais forte e já ouvia o seu choro a envolver o ar e a calar a música que se fazia ouvir na sala (4 estações de Vivaldi). “A minha princesa”, pensei. Senti uma felicidade e uma paz invadir-me. O anestesista que a estava a ver disse-me logo que ela estava bem e que era linda e foi avisar o P que ela já tinha nascido e que tudo estava a correr bem.
A neonatologista que estava a assistir ao parto fez-lhe os testes de Apgar que deram ambos 10 tanto no 1º minuto como no 5º minuto de vida e veio perguntar-me se queria que retirassem sangue do cordão umbilical para fazerem testes de imunologia e verem se ela saía a mim (asmática). Concordei.
Entretanto enquanto tudo isto se passava, era cosida e repuxada de um lado e repuxada do outro. Num instante apareceram junto de mim com a minha princesa já vestidinha e aconchegada. Eu olhava para ela e nem me queria acreditar que ela estava finalmente ali à minha frente ao final de tantas semanas dentro de mim. Aquelas bochechinhas, aquele queixinho já tão familiares das ecografias estavam agora à minha frente de olhinhos abertos a olhar para mim.
“Olá filha, olá meu amor” – foram as minhas 1ªs palavras.
Dei-lhe um beijinho e levaram-na para o berçário onde a outra metade que faz parte dela a esperava com alguma expectativa e ansiedade, o pai.
Ali fiquei a pensar neles e desejosa de a eles me juntar.
Continua...
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Ai Fevereiro, fevereiro
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sexta-feira, fevereiro 16, 2007
E ontem
a febre voltou a aparecer à A.
Droga!!!
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quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Continuando a recordar...
Quando cheguei ao piso da maternidade, foi-me dito que ainda não tinha cama e que teria de esperar até à hora de almoço pois nessa altura sairiam as que tiveram altas. Passámos a manhã entre o espreitar o berçário e a conversa que ia fluindo na sala de espera com a Teresa e o marido (até às 10h, hora a que ela deu entrada para ter a Francisca) e a Sónia e o Pedro (papás da Maria que nasceu uma hora antes da A). De instante a instante o telemóvel do P lá ia tocando, com família e amigos que ligavam para dar-lhe os parabéns pelo seu aniversário e para saber se já havia alguma novidade. As horas iam passando, os nervos e a fome aumentando (quanto mais pensava que não podia comer nem beber mais fome tinha) e ela dentro da barriga parecia pressentir pois não parava quieta. A minha barriga era um rebuliço.
Chegada a hora de almoço fui chamada para falar com a enfermeira e deram-me finalmente um quarto. Deram-me roupa para vestir e disseram-me que caso ainda não tivesse feito os microlax, teria que os fazer entretanto. Disso já estava despachada, a tripa estava limpinha e num instante me vi deitada na cama ligada ao CTG. Vieram colocar-me o soro e o gel para a indução. Lembro-me de olhar para o P e pensar que a partir dali pouco faltaria para termos a nossa princesa nos braços. A indução foi feita por volta das 13h15 mas ainda se passariam algumas horas até que o nosso sonho se tornasse realidade, uma realidade palpável.
A Enf. Ana veio fazer-me um toque que me fez quase trepar pelas paredes (os homens são muito mais delicados). O CTG lá ia registando os batimentos cardíacos da A e algumas contracções que vinham. Assustou-me o facto de por mais do que uma vez o registo cardíaco dela ter caído dos 150 para os 100, mas como subia acabei por nunca chamar a enfermeira. O Dr. Francisco veio por 3 vezes ter comigo para ver como estava a desenrolar e fazer mais um toque. Por volta das 17h00 disse-me que só iríamos aguardar mais uma hora para ela nascer pois apercebeu-se que de cada vez que ela fazia força para descer alguma coisa a fazia voltar a subir e, sendo assim iríamos para a cesariana. Apesar de sempre ter desejado um parto normal, naquele momento o desejo de sentir a minha filha nos braços era mais forte e não seria por ela nascer de cesariana que eu iria ser menos mulher nem menos mãe pois afinal foi dentro de mim que ela foi gerada e fui eu que a carreguei dentro de mim durante 9 meses. O P infelizmente não poderia assistir ao parto pois na CUF Descobertas não deixam assistir a cesarianas por causa de alguns contratempos que já tiveram durante as mesmas. Aquela hora custou a passar tal era a nossa ansiedade, o P sempre ao meu lado a dar-me carinho e apoio.
De repente as enfermeiras entraram no quarto e disseram “Vamos, chegou o momento de ir conhecer a sua princesa.”, e nisto começaram a empurrar a cama na direcção da sala de partos. O P veio sempre atrás de nós e quando chegámos ao limite de até onde ele podia ir, lembro-me de ao atravessarmos a porta ouvir a enfermeira dizer “Oh, nem deixámos o pai dar um beijinho à mãe” e pensar que só esperava que tudo corresse bem e que ele tivesse oportunidade de me dar muitos beijinhos depois. O passar aquelas portas foi para mim como passar para uma outra dimensão. Uma dimensão que alegrou a minha vida.
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Etiquetas: Parto
Gripe 2 -
Gripe 2 - Casa 1
E a gripe conseguiu apanhar mais um cá em casa. Pai e filha de molho.
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Noite dos Namorados
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terça-feira, fevereiro 13, 2007
Carnaval
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E não é
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Acordou
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Porque será
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segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Somando estrelinhas
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Rescaldo de um fim de semana atribulado
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Etiquetas: Doenças
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Cúmulos de Atraso
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Etiquetas: Ironias da vida
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Recordar...Recuperar posts perdidos mas momentos nunca esquecidos
Sempre demos a conhecer essa nossa vontade ao nosso obstetra e ele sempre nos disse que quando estivessemos próximo do dia nos diria se isso era viável. Com o passar das semanas e à medida que a data se aproximava as expectativas cresciam. Para mim a A. nascer no dia dos anos do pai era a melhor prenda que eu podia dar ao meu marido pois era o fruto do nosso amor e uma filha muito desejada. Para além disso eu gostava de ter o meu obstetra no parto e ele iria estar de banco precisamente nesse dia.
Na consulta das 38s depois do CTG (o 3º que fiz), depois do exame sempre rigoroso que o Dr. Francisco fazia em todas as consultas (começava a ver na cabeça e terminava nos pés)e depois de um toque (o 2º) “daqueles”, ouvimos finalmente o sim que poderiamos induzir o parto para a A. nascer no dia 26 No entanto o Dr. Francisco foi logo avisando que eu tinha um colo do útero muito “ranhosinho” que não ia ajudar e o mais provável era terminar em cesariana.
Os dias que antecederam ao dia 26 foram de dúvidas, medos e ansiedades. O dia custava a chegar mas ao mesmo tempo o medo que alguma coisa corresse mal era tão forte que quase desejava que demorasse mesmo a chegar. Sempre desejara um parto normal e nem queria pensar ter de passar por uma cesariana.
Como o internamento ia ser feito logo às 8h da manhã tinha a indicação de que não poderia comer mais nada para além das 2 da manhã. A minha sogra mandou-me o jantar de dia 25, massada com feijão e carne. Deliciei-me com um belo prato e às 20h00 já estava jantada e pronta para ir dar o meu último passeio ainda com a minha filha dentro de mim.
Fomos ter com S. que é a minha melhor amiga e animadora de rádio. Precisava de ouvir as suas palavras de encorajamento e de certeza que tudo correria bem. Foi num espaço que me fora muito querido, envolta de música e amor que fui buscar coragem para o grande dia. De volta a casa voltei a conferir pela milésima vez se tinha tudo o que necessitava, conferi o despertador e deitei-me para tentar dormir pois o grande dia estava a chegar. Dei voltas e voltas e dormir nada, era quase horas de me levantar quando consegui fechar os olhos.
Num instante chegou as 6h00 da manhã, hora que eu tinha decidido acordar para poder fazer no descanso da minha casa o microlax (tal como me dissera para fazer a enfermeira do curso de preparação para o parto), tomar o meu banhinho e sair de casa com tempo rumo à Cuf Descobertas para fazer o internamento às 8h da manhã. O tempo voou e depois de deixar tudo arrumado, olhar a minha casa e a alcofa ainda vazia pensei que a partir daquele dia nada mais seria igual.
Continua...
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Trial Indoor

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